Valores divulgados na abertura da próxima turma.
Restrito a médicos e estudantes de medicina.

No centro cirúrgico, com o paciente em jejum e relaxado, a intubação tem coreografia. No pronto-socorro, não. A auditoria nacional britânica de via aérea, o NAP4, mediu o que acontece fora do ambiente controlado:
61% dos eventos maiores de via aérea em terapia intensiva resultaram em óbito ou lesão neurológica.
31% dos eventos no departamento de emergência resultaram em dano permanente.
74% dos óbitos ou danos neurológicos persistentes tiveram a falha em usar capnografia como fator contribuinte.
Os fatores identificados não foram destreza. Foram: má identificação do paciente de risco, planejamento inadequado, equipamento indisponível, reconhecimento tardio da falha e ausência de confirmação objetiva.
Você já intubou. Provavelmente já intubou muitas vezes. E ainda assim existe aquele paciente, o que chega com pH 7,10, PAM 55 e uma saturação que não sobe com máscara, em que a intubação tecnicamente perfeita é exatamente o que faz ele parar. E existe o outro: aquele em que a tela do videolaringoscópio apaga num jato de sangue e você fica olhando para uma imagem vermelha, sem referência anatômica nenhuma.
A auditoria nacional britânica sobre complicações maiores de via aérea, o NAP4, publicada pelo Royal College of Anaesthetists e pela Difficult Airway Society em 2011, encontrou algo desconfortável quando olhou para fora do centro cirúrgico: eventos maiores de via aérea em terapia intensiva resultaram em óbito ou lesão neurológica em 61% dos casos, e no departamento de emergência 31% resultaram em dano permanente. E o achado mais citado da literatura de via aérea até hoje: a falha em usar capnografia contribuiu para 74% dos casos de óbito ou dano neurológico persistente.
Ou seja: é uma falha de decisão, de preparo e de equipe, e essas três coisas se treinam.
Cook TM, Woodall N, Harper J, Benger J. Major complications of airway management in the UK: results of the 4th National Audit Project. Part 2: intensive care and emergency departments. Br J Anaesth. 2011;106(5):632-642.
Três registros reais de manejo de via aérea conduzido pelo Dr. Vinícius. Sem paciente identificável, com uso autorizado.
No curso, quem executa é você — nas 7 estações abaixo.
Curso hands-on ancorado no Walls Manual of Emergency Airway Management, 6ª edição, a referência que estrutura o ensino de via aérea de emergência no mundo. Turma de 10. Dois facilitadores. Máximo de cinco alunos por facilitador em toda estação prática.
Das 8 horas presenciais, 5 horas são você executando, e mais 35 minutos de avaliação prática individual. A teoria não desapareceu: ela foi para o módulo EAD que você faz antes, no seu ritmo, e é pré-requisito para entrar na sala.
O que sobra no dia é o que só existe presencialmente: a lâmina na mão, o bougie que não passa, o cronômetro rodando, o facilitador a um metro corrigindo o seu ângulo antes que o erro vire hábito.
Classificar a via aérea em não difícil, anatomicamente difícil, fisiologicamente difícil ou falha, e nomear os planos A, B, C e D antes de tocar no laringoscópio.
Laringoscopia direta otimizada, videolaringoscopia nas duas geometrias, dispositivo supraglótico de 2ª geração, bougie, trocador, via aérea contaminada e cricotireoidostomia.
Briefing de 30 segundos, atribuição de papéis, declaração verbal da falha do plano A, checklist pré e pós-intubação, capnografia como confirmação obrigatória.
Ventilação com bolsa-válvula-máscara a duas pessoas com selo eficaz e pressão limitada. Montagem de VNI para pré-oxigenação. Oxigenação apneica. Posicionamento em rampa no paciente obeso.
A sequência completa de otimização: posicionamento, epiglotoscopia, manipulação laríngea externa bimanual, bougie. Cormack-Lehane e POGO. Percepção de cliques traqueais, e por que o sinal de hold-up saiu do currículo desta edição.
10 laringoscopias por aluno.
Lâmina de geometria Macintosh e lâmina hiperangulada são competências diferentes, e aqui são treinadas separadamente. Estilete moldado ao ângulo, entrega do tubo com o olhar fora da tela, retirada em dois tempos.
10 intubações por aluno, 5 em cada geometria.
Inserção, teste de selo, drenagem gástrica. Intubação através do dispositivo. Troca de tubo com trocador. Quando o supraglótico é ponte e quando é destino.
4 inserções e 3 intubações através do dispositivo, por aluno.
Cinquenta e cinco minutos, uma técnica só, até a automaticidade. Laryngeal handshake para identificação anatômica. Você executa cinco vezes: a última com cronômetro visível, saturação caindo no monitor e distrator na sala. Seu tempo vai para a sua ficha.
Manequim com bomba de fluido em regurgitação ativa, simulando sangue e conteúdo gástrico. A técnica de James DuCanto em sete passos: descontaminação grosseira com cateter rígido de grosso calibre, entrada da lâmina pela superfície anterior da língua para a câmera não submergir, o cateter assumindo a função de retrator e de dreno esofágico contínuo, fixação na comissura esquerda e rotação da lâmina para abrir o canal do tubo.
Três execuções por aluno, a última com a bomba em fluxo máximo.
Os traçados de capnografia que você precisa reconhecer e a armadilha de cada um, incluindo por que a radiografia de tórax responde “até onde”, nunca “onde”. O intervalo entre o tubo passar e a sedação começar: por que ele é longo com mais frequência do que se imagina, e como prescrever antes de intubar. Volume corrente por peso predito, PEEP e FiO₂ iniciais. Ultrassom de via aérea em demonstração.
Choque séptico com acidose grave · Angioedema em progressão no paciente obeso · Trauma facial com via aérea maciçamente contaminada evoluindo para NINO: não intubo, não oxigeno.
Cenário, debriefing estruturado e rodízio de papéis, em duas salas de cinco.
Referências: Walls Manual of Emergency Airway Management, 6ª ed. · DAS 2025 · SBA 2024 · DEVICE 2023 · PREOXI 2024 · NAP4 (Br J Anaesth 2011).
Registro real das turmas e estações VL — nenhuma foto de banco de imagem nesta página.
MÉDICO · CRM-CE 27.852
Responsabilidade técnica do curso. Conduz os blocos de decisão, as estações de laringoscopia direta e videolaringoscopia, a estação de cricotireoidostomia e a banca do OSCE.
Atuação clínica em prontos-socorros e UTIs. Docente dos cursos presenciais da VL Assessoria desde 2014, entre eles o SAV (Suporte Avançado de Vida), a imersão de RCP e o treinamento de sutura na emergência.
ENFERMEIRO · COREN-CE 452358 · Especialista em Urgência e Emergência
Conduz as estações de oxigenação e ventilação de resgate, dispositivo supraglótico, aspiração e descontaminação de via aérea, e a operação dos cenários simulados.
Enfermeiro formado em 2014, com atuação em urgência e emergência. Integra a equipe dos cursos presenciais da VL Assessoria na condução de estações práticas e cenários simulados.
Dois facilitadores para uma turma de dez. A proporção de cinco alunos por facilitador não é uma meta de qualidade. É o desenho do curso.
O conteúdo envolve ato privativo do médico. O acesso é verificado após a inscrição — CRM ou comprovante de matrícula.
Valores divulgados na abertura da próxima turma.
Entre na lista de espera para ser avisado da abertura.
Incluso: módulo EAD de 12h em 9 módulos, 8h presenciais, playbook de bolso, ficha individual de desempenho, coffee break, certificado de 20h com critério de aprovação e 30 dias de acesso pós-curso.
A lista de espera apenas registra seu interesse. Não há cobrança nesta etapa.
A grade completa está publicada acima, com referência declarada — é isso que você pode cobrar de nós no dia.
A VL Assessoria formou mais de 10.000 alunos em cursos presenciais e online de medicina de emergência desde 2014. O SAVA é o desdobramento natural desse trabalho.
Porque a proporção é o produto. Com dois facilitadores, dez alunos significa cinco por bancada em toda estação prática, e é isso que permite as cinco execuções de cricotireoidostomia por pessoa e as dez laringoscopias por estação procedural. Turma maior com o mesmo corpo docente entregaria fila, não repetição.
Sim, e é bloqueado tecnicamente. É a condição para que as 8 horas presenciais sejam quase inteiramente práticas. O ambiente é liberado semanas antes do encontro presencial e você precisa concluir 100% dos módulos e atingir 70% no pré-teste. As datas são informadas na abertura da próxima turma.
Não. A prática é em simuladores de alta fidelidade, manequins de via aérea difícil com anatomia ajustável e modelo específico de cricotireoidostomia. É uma escolha de desenho: preferimos investir em repetição, cinco execuções de cricotireoidostomia por aluno e no mínimo 25 laringoscopias, do que em uma única passagem por um recurso mais caro.
No ACLS e nos cursos de trauma a via aérea é um componente entre muitos. Aqui ela é o objeto inteiro, por 8 horas presenciais, com sete estações e três cenários dedicados. São complementares, não substitutos.
E a diferença para o SAV? São cursos distintos e complementares: o SAV trata da parada cardiorrespiratória (público amplo); o SAVA trata da via aérea (médicos e residentes).
O certificado é de curso de extensão/atualização de 20 horas (12h EAD + 8h presenciais), emitido pela VL Assessoria, com critério de aprovação: conclusão integral do EAD, presença integral no dia, pós-teste com nota mínima de 70% e OSCE com todos os itens críticos executados. Não é um título de especialista, e não substitui residência médica ou concurso de especialidade.
Você pode transferir para a turma seguinte até 15 dias antes, uma vez, sem custo. Após esse prazo, aplicam-se as condições descritas nos termos de inscrição.
O SAVA acontece das 7h30 às 16h50, na Sede Dr. Vinícius, Rua Gastão Justa, 306, Jardim Cearense, CEP 60712-120, em Fortaleza. A turma é fechada em dez participantes porque a proporção de cinco alunos por facilitador não é uma meta. É o produto.
A próxima via aérea difícil chega no plantão — com ou sem preparo. Chegue preparado.
Restrito a médicos e acadêmicos de medicina.
Ficou com dúvida? Fale com a equipe no WhatsApp: +55 85 99762-9698
Três campos, cerca de um minuto. O pagamento vem na sequência: PIX ou cartão. A verificação de CRM ou matrícula acontece após a inscrição, pelo WhatsApp, até o pré-teste de 26/08.
Preenchimento em cerca de um minuto. Avisamos assim que a próxima turma abrir.
3 campos · cerca de um minuto · WhatsApp disponível se preferir falar antes
Realização: PEDRO VINICIUS LACERDA DE FREITAS LTDA (VL Assessoria) · CNPJ 60.517.386/0001-35
Diretor Técnico-Médico: Dr. Vinícius Lacerda · MÉDICO · CRM-CE 27.852
Responsável pelo conteúdo científico: Dr. Vinícius Lacerda · MÉDICO · CRM-CE 27.852
Curso de extensão/atualização profissional, com carga horária de 20 horas (12h a distância e 8h presenciais). Não confere título de especialista e não substitui programa de residência médica ou concurso de especialidade. Conteúdo restrito a médicos inscritos no Conselho Regional de Medicina e a estudantes de medicina regularmente matriculados e identificados, nos termos das Resoluções CFM nº 2.336/2023, nº 2.321/2022 e nº 1.718/2004.
As atividades práticas são realizadas exclusivamente em simuladores e modelos sintéticos. Nenhum procedimento é realizado em paciente.
Local: Sede Dr. Vinícius · Rua Gastão Justa, 306 · Jardim Cearense · Fortaleza/CE · [email protected] · +55 85 99762-9698
Política de Privacidade · Termos de Inscrição · Política de Cookies · Contato
Assim a equipe já te atende pelo nome e não perde seu retorno.
Ao continuar, você autoriza o contato via WhatsApp conforme a LGPD.