MMXXVI  ·  Sala Crítica Atendimento ao Paciente Grave · Formação Híbrida
Dr. Vinícius Lacerda · Assessoria Médica
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Médico plantonista conduzindo a estabilização de um paciente grave em sala de emergência, monitor multiparamétrico ao lado.
FORMAÇÃO HÍBRIDA · TURMA REDUZIDA · PLANTONISTA / EMERGENCISTA

Conduzir o paciente grave sozinho no plantão — com método, não com sorte.

Formação para o médico plantonista e emergencista que precisa estabilizar o paciente grave sem ter para quem passar a decisão. Híbrida por desenho: teoria objetiva no EAD (Moodle), aulas ao vivo de raciocínio sob pressão e prática em simulação com debriefing. Não é seminário gravado — é treino de conduta e execução na sala crítica, com correção. Formação de 64 horas.

8 módulos
Do reconhecimento do grave à transferência segura
Híbrido
Ao vivo + EAD Moodle + simulação prática
Turma reduzida
12 vagas · alto toque, correção individual
Foco
Autonomia na sala crítica sob pressão e tempo
8 módulos
Da sala crítica organizada à transferência segura
Híbrido
Ao vivo · EAD Moodle · simulação
Turma reduzida
12 médicos · correção individual
Prática
Estações e debriefing, não só teoria

Saber o algoritmo não é o mesmo que conduzir o paciente grave às 3h, sozinho, com a equipe esperando você decidir.

Às 3h da manhã o paciente grave chega e a sala olha para você. Não há retaguarda na porta, não há um especialista para "só dar uma olhada". A via aérea está difícil, a pressão está caindo, e a próxima decisão é sua — agora, com o que você sabe executar, não com o que você decorou para a prova.

A raiz do travamento raramente é falta de estudo. É conhecimento fragmentado e quase nenhuma repetição em cenário real. Você leu sobre droga vasoativa, mas nunca titulou uma sob pressão. Sabe o algoritmo da parada, mas nunca liderou uma com a equipe inteira esperando a sua próxima ordem.

Conhece via aérea difícil — na teoria.

Um curso gravado entrega vídeo. Um intensivo de fim de semana entrega uma dose única de prática que evapora em semanas. Nenhum dos dois fica ao seu lado quando o caso difícil chega no seu plantão, numa terça-feira, e a decisão não pode esperar.

Conduzir o paciente grave sob pressão não se assiste — se treina, se repete e se corrige até a conduta sair sem hesitação.

Por que esta formação

Execução sob pressão constrói autonomia. Teoria sozinha, não.

O mercado de emergência se divide entre curso gravado de baixo toque, intensivo de fim de semana sem continuidade e conteúdo solto com grupo de WhatsApp. A autonomia na sala crítica vem de outra coisa: decisão treinada, prática supervisionada e correção individual — repetidas até a conduta virar postura.

Decisão antes de gesto

Cada cenário começa por uma decisão clínica explícita — o que ameaça a vida primeiro, o que estabilizar, quando reavaliar — antes de qualquer execução manual. Não se treina a mão antes da cabeça.

Híbrido por desenho

Teoria objetiva resolvida no EAD (Moodle), no seu ritmo. O tempo ao vivo e o presencial ficam para o que só se aprende fazendo: raciocínio sob pressão e prática em simulação com debriefing imediato.

Prática com correção individual

Estações e simulação com supervisão direta. Você não assiste a alguém conduzir — você conduz, erra em ambiente seguro, recebe devolutiva e repete. A turma é reduzida justamente para isso.

Foco em autonomia, não em selo

A formação prepara você para conduzir o paciente grave sozinho no plantão. Não é certificação oficial de protocolo (ACLS/ATLS) nem substitui residência — é treino de conduta e execução para o plantão real.

Conteúdo de quem está na sala

Conduzido por um plantonista de urgência e emergência em atividade. A linguagem, os cenários e os debriefings são calibrados para o plantão real, não para a aula expositiva. Conduzido pelo Dr. Vinícius Lacerda, médico plantonista de urgência e emergência (CRM-CE 27.852), com atuação em pronto-socorro, UPA e SAMU (Fortaleza-CE e Patos-PB).

Como funciona

Método antes de memória.

A teoria é resolvida no assíncrono; o tempo ao vivo e presencial é reservado para decisão sob pressão, prática no simulador e discussão de caso. Cada bloco fecha nas armadilhas que pegam quem está sozinho no plantão e na conduta das primeiras horas — o intervalo em que o paciente grave melhora ou piora.

Debriefing após simulação de atendimento ao paciente grave — médico e instrutor revisando a condução do caso.
Conhecimento
Decisão sob pressão
Prática em simulação
Autonomia no plantão

Conhecimento

Teoria objetiva de cada módulo no Moodle. Você chega ao ao vivo já nivelado no algoritmo, sem gastar tempo presencial com slide.

Decisão sob pressão

Aulas ao vivo de raciocínio: o caso evolui, o tempo corre, e você verbaliza a conduta antes de executar. Decidir certo, na ordem certa.

Prática em simulação

Estações e cenários repetidos com supervisão direta e debriefing imediato — o que funcionou, o que não funcionou e por quê.

Autonomia no plantão

A conduta deixa de ser palpite e vira postura. Segurança na sala crítica que não depende de ter alguém por perto para decidir por você.

O programa · 8 módulos

Do reconhecimento do grave à transferência segura.

Oito módulos cobrindo a espinha do atendimento ao paciente grave no plantão. Cada um tem teoria objetiva no Moodle, raciocínio ao vivo e um entregável prático (estação, simulação ou checklist). O foco está em decidir e executar sob pressão — não em decorar para a prova. Conteúdo alinhado às boas práticas das principais diretrizes de emergência (AHA, ERC, ILCOR, ESC, SBC).

M1

Reconhecimento do paciente grave, ABCDE e organização da sala

Identificar quem vai deteriorar antes do colapso — e impor ordem à sala crítica.
  • Reconhecer precocemente o paciente grave e os sinais de deterioração iminente
  • Conduzir a avaliação primária ABCDE como sequência de prioridade, tratando cada ameaça antes de avançar
  • Priorizar quando há mais de um problema competindo — o que estabiliza primeiro
  • Organizar a sala: papéis, posição da equipe, preparo de material e antecipação do próximo passo
  • Prática: estação de "primeira avaliação" cronometrada — checklist ABCDE em paciente grave simulado + debriefing de priorização.
M2

Via aérea avançada: indicação, sequência rápida e via aérea difícil

  • Reconhecer a indicação de via aérea avançada e o momento de intervir
  • Preparar e executar a intubação em sequência rápida de forma estruturada (checklist pré-IOT, pré-oxigenação, papéis da equipe)
  • Antecipar a via aérea difícil com plano A/B/C definido antes do procedimento
  • Confirmar o posicionamento do tubo e conduzir as complicações imediatas
  • Prática: estação de via aérea com checklist pré-IOT + cenário "não intubo / não ventilo" progredindo pelo plano de resgate.
M3

Choque: tipos, ressuscitação guiada, vasoativos e sepse nas primeiras horas

  • Reconhecer o paciente em choque e diferenciar os tipos pela clínica e pela resposta inicial
  • Conduzir a ressuscitação guiada por metas e reavaliação — sem subressuscitar nem sobrecarregar
  • Indicar e titular droga vasoativa com via segura e titulação por resposta
  • Executar o pacote inicial da sepse nas primeiras horas
  • Prática: simulação de choque indiferenciado evoluindo para necessidade de vasoativo + estação de preparo/titulação.
M4

Parada cardiorrespiratória e ACLS: RCP de alta qualidade, eletroterapia e pós-PCR

  • Executar RCP de alta qualidade — minimizando pausas e com troca cronometrada de socorrista
  • Conduzir o algoritmo por ritmo (chocável vs não-chocável) tratando causas reversíveis como processo
  • Executar desfibrilação e cardioversão sincronizada com segurança e no tempo certo
  • Liderar a parada com papéis definidos e comunicação em alça fechada; conduzir os cuidados pós-PCR
  • Prática: cenário integrado de PCR liderado pelo aluno, com função dedicada de qualidade de compressão e debriefing de liderança.
M5

Insuficiência respiratória: oxigenoterapia, VNI e princípios de ventilação mecânica

  • Reconhecer os padrões de insuficiência respiratória e o paciente que vai falhar
  • Escalonar a oxigenoterapia de forma racional conforme alvo e resposta
  • Indicar e conduzir a ventilação não-invasiva (VNI) e reconhecer os critérios de falência que indicam intubação
  • Aplicar princípios iniciais de ventilação mecânica e conduzir a deterioração do paciente ventilado
  • Prática: estação de manejo — escalonamento de O₂ → VNI → decisão de intubar, com checklist de critérios de falência.
M6

Emergências neurológicas: rebaixamento/coma, AVC e estado de mal epiléptico

  • Conduzir a abordagem inicial do rebaixamento / coma — proteção de via aérea e busca de causas reversíveis
  • Reconhecer o AVC agudo e entender a janela e o fluxo de tempo crítico para transferência
  • Priorizar a transferência segura e a comunicação com o serviço receptor
  • Conduzir o estado de mal epiléptico de forma escalonada
  • Prática: cenário de rebaixamento agudo com checklist neurológico + simulação de "tempo-porta" no AVC e roteiro de transferência.
M7

Sedação, analgesia e monitorização do paciente crítico em procedimentos

  • Indicar sedação e analgesia conforme o objetivo (analgesia, ansiólise, sedação procedural) e o risco
  • Preparar o procedimento com segurança — avaliação pré-sedação e material de resgate de via aérea pronto
  • Conduzir a monitorização contínua e reconhecer a depressão respiratória precocemente
  • Selecionar e titular os agentes por resposta; resgatar complicações
  • Prática: estação de sedação procedural com checklist pré-sedação + cenário de complicação exigindo resgate.
M8

Trabalho em equipe sob pressão: CRM, comunicação e transferência segura

  • Liderar a sala crítica com princípios de Crisis Resource Management — papéis claros e decisão sob pressão
  • Comunicar de forma estruturada (alça fechada) e reduzir ruído na ressuscitação
  • Executar a transferência segura (handover) com ferramenta estruturada, sem perda de informação crítica
  • Reconhecer e mitigar fatores humanos que degradam a performance; conduzir debriefing breve pós-evento
  • Prática: cenário integrador (paciente grave do reconhecimento à transferência) com avaliação de liderança e handover.
Camadas que rodam o programa inteiro: simulação com debriefing em cada módulo (não um evento isolado) e raciocínio de plantão real — cada cenário é calibrado para a sala crítica em que você vai estar sozinho, não para a prova.
A espinha dorsal

A prática não é um evento. É o que transforma teoria em conduta.

A maioria dos formatos trata a prática como um fim de semana isolado. Aqui a simulação com debriefing atravessa o programa — você conduz os cenários que mais importam, recebe correção imediata e repete. É a diferença entre já ter visto e saber conduzir.

Equipe conduzindo a estabilização de um paciente grave em simulação realística de sala de emergência.
  • Decisão sob pressãoCada cenário começa por uma escolha clínica antes da execução. Você verbaliza a conduta — e a corrige — antes de tocar no paciente.
  • Cenários que mais importam, repetidosParada, via aérea difícil, choque, rebaixamento agudo. Você repete até a conduta sair sem hesitação no plantão.
  • Supervisão direta e debriefing imediatoCada cenário discutido na hora: o que funcionou, o que não funcionou e por quê. Correção individual, turma reduzida.
  • Calibrado para o plantão realOs casos são os que aparecem na sala crítica de PS e UPA — sozinho, sem retaguarda na porta — não os da prova.
Como você evolui

Sua condução é avaliada — não apenas sentida.

A formação acompanha a sua execução ao longo do programa, com checkpoints práticos. Não é prova decorada: é o seu próprio registro de como a conduta na sala crítica foi ficando mais segura.

Linha de base

Cenário inicial de avaliação prática — o seu ponto de partida, antes do programa.

Estações por módulo

Cada módulo fecha em um entregável prático (estação, simulação ou checklist) com devolutiva.

Checkpoint intermediário

Medição de competência no meio do percurso, para ajustar o que ainda precisa de repetição.

Avaliação final integrada

Cenário do paciente grave do reconhecimento à transferência, conduzido por você.

Certificado de conclusão

Certificado de conclusão de formação prática — 64 horas (28h EAD + 20h ao vivo + 16h de prática presencial) · híbrido (ao vivo + EAD Moodle + prática). Não equivale a certificação oficial de protocolo.

Nota de compliance: a avaliação mede execução e conduta treinada, não garante desempenho clínico futuro nem desfecho de paciente.

Dr. Vinícius Lacerda, médico plantonista de urgência e emergência, em ambiente de sala crítica.
Quem conduz a formação

Dr. Vinícius Lacerda.

A Sala Crítica é conduzida por um médico que está no plantão — não por uma equipe rotativa de monitores. A proposta é treinar o plantonista e o emergencista que precisam estabilizar o paciente grave sozinhos, com decisão clínica explícita, técnica reproduzível e transferência segura, sem improviso.

Conduzir o paciente grave no plantão não é coragem nem talento. É método que se repete até virar postura. Meu papel não é te dar mais conteúdo — é te treinar até você não precisar de ninguém para decidir por você.
Médico CRM-CE 27.852. Plantonista de urgência e emergência no HGMAP, UPA Eusébio, HDOC e SAMU (Fortaleza-CE e Patos-PB). Certificações: ATLS, PHTLS, ACLS, PALS, BLS e Sala de Emergência em Pediatria. Formação em Medicina pela UNIFIP (2024). Conforme a Resolução CFM nº 1.974/2011: sem RQE registrado — médico sem registro de especialista junto ao CFM nesta data. Caráter educacional, sem promessa de resultado.
Público-alvo

Para quem esta formação foi desenhada.

A Sala Crítica é para quem assume o paciente grave no plantão e quer parar de depender de ter alguém por perto para decidir. Não é um curso de fundamentos para o primeiro contato, nem uma certificação de selo.

É para você se:

  • Você é médico plantonista ou de pronto-socorro e precisa conduzir o paciente grave sozinho, sem retaguarda na porta.
  • Você já estudou e já fez plantão, mas sente que falta a repetição prática que constrói segurança real sob pressão.
  • Você quer treinar decisão e execução na sala crítica — não acumular mais um curso gravado para assistir sozinho.
  • Você consegue participar do componente ao vivo e da prática presencial. Fortaleza/CE
  • Você busca autonomia no plantão real, não um certificado rápido.

Provavelmente não é para você se:

  • Você procura uma certificação oficial de protocolo (ACLS/ATLS) ou substituto de residência — esta é uma formação prática, não um curso de selo.
  • Você é estudante em primeiro contato com o tema e ainda não atua no plantão — a base teórica vem antes.
  • Você não tem disponibilidade para o componente ao vivo e a prática presencial.
  • Você busca o menor preço — o valor aqui está na prática supervisionada e na correção individual, não em "muito conteúdo".

Conduzir o paciente grave sozinho no plantão — com método, não com sorte.

Sala Crítica · Atendimento ao Paciente Grave · Dr. Vinícius Lacerda
Inscrição

Turma reduzida — vagas limitadas por desenho.

A turma é deliberadamente pequena para garantir que cada participante conduza os cenários sob supervisão direta, com correção individual. Sem ancoragem falsa de "de X por Y": abaixo está exatamente o que está incluído e quanto custa.

  • Formação Sala Crítica — Atendimento ao Paciente Grave · início em 4 de agosto de 2026
  • 8 módulos com teoria objetiva no EAD (plataforma Moodle)
  • Aulas ao vivo de raciocínio e decisão sob pressão
  • Prática em simulação com estações e debriefing · turma presencial 12 e 13 de setembro de 2026 · Fortaleza/CE
  • Entregável prático por módulo (estação, simulação ou checklist)
  • Checkpoints de evolução + avaliação final integrada
  • Acesso à plataforma EAD durante o programa
  • Certificado de conclusão · 64 horas (28h EAD + 20h ao vivo + 16h de prática presencial)
  • Turma reduzida: 12 vagas
  • Inscrições até 31 de julho de 2026
TURMA REDUZIDA · 12 VAGAS Investimento — PIX à vista
R$2.970

à vista no PIX

Cartão de crédito
12× de R$ 297

parcelamento sem ancoragem falsa · valor total honesto

Pagar agora · PIX ou cartão Tirar dúvidas no WhatsApp

Pague agora no PIX ou cartão e garanta a vaga na hora — ou fale antes no WhatsApp para tirar dúvidas. Você decide.

Cancelamento com reembolso integral em até sete dias após a inscrição — Art. 49 do Código de Defesa do Consumidor.

Sem promessa de resultado clínico, de aprovação ou de desempenho garantido. O resultado depende do seu engajamento. Vagas confirmadas por ordem de inscrição.

Dúvidas frequentes

Antes da inscrição.

Quais são os pré-requisitos? Para que nível é a formação?
A Sala Crítica é desenhada para o médico que já atua no plantão e assume o paciente grave — plantonista, médico de pronto-socorro e emergencista. Não é para o primeiro contato com o tema: a base teórica é pré-requisito. Se tiver dúvida se faz sentido para o seu momento, fale com a equipe no WhatsApp antes de se inscrever.
É online ou presencial?
É híbrido por desenho. A teoria fica no EAD (Moodle), no seu ritmo. As aulas ao vivo são de raciocínio e decisão sob pressão. A prática em simulação, com estações e debriefing, é presencial — é o componente que só se aprende fazendo. Fortaleza/CE · turma presencial em 12 e 13 de setembro de 2026.
As aulas ao vivo ficam gravadas? E se eu estiver de plantão?
As aulas ao vivo ficam gravadas no Moodle e disponíveis para quem estiver de plantão no horário — você assiste depois. A prática presencial tem direito a uma reposição na turma seguinte em caso de conflito de escala comprovado. Em caso de conflito com a sua escala, fale com a equipe no WhatsApp antes de se inscrever.
Quantos dias é o presencial e onde?
São 2 dias de prática presencial (sábado e domingo), em Fortaleza/CE, na turma de 12 e 13 de setembro de 2026. O cronograma é confirmado por escrito no WhatsApp ao se inscrever.
Qual a carga horária?
64 horas — 28h no EAD assíncrono (Moodle), 20h em aulas ao vivo e 16h de prática presencial. Cronograma detalhado confirmado no WhatsApp ao se inscrever.
Como funciona o EAD (Moodle)?
A matrícula na plataforma Moodle é liberada no início do programa. A teoria objetiva de cada módulo fica disponível para você chegar nivelado às aulas ao vivo e à prática. O acesso permanece durante o programa.
Recebo certificado? Equivale a ACLS/ATLS?
Você recebe certificado de conclusão de 64 horas, com a carga horária de formação prática registrada. Importante: esta é uma formação prática de conduta e execução — não é certificação oficial de protocolo (ACLS/ATLS) nem substitui residência. É treino para conduzir o paciente grave no plantão real.
Quantas vagas tem a turma?
12 vagas. O número é reduzido de propósito para garantir que cada participante conduza os cenários sob supervisão direta, com correção individual no debriefing.
Tem reembolso se eu desistir?
Sim. Conforme o Art. 49 do Código de Defesa do Consumidor: cancelamento com reembolso integral em até 7 dias após a inscrição. Política completa de cancelamento após esse prazo na seção abaixo e confirmada por escrito no WhatsApp.
Como funciona o parcelamento?
À vista no PIX por R$ 2.970 ou no cartão 12× de R$ 297. O valor total é informado de forma honesta, sem "de X por Y" inflado. Pagamento processado por gateway seguro.
Como me inscrevo?
Pelo WhatsApp, no botão "Garantir minha vaga". A equipe confirma seus dados, a vaga (por ordem de inscrição) e a forma de pagamento. As inscrições vão até 31 de julho de 2026 ou até o preenchimento das 12 vagas.

Política de cancelamento (CDC)

Cancelamento em até sete dias após a inscrição: reembolso integral, conforme o Art. 49 do Código de Defesa do Consumidor (direito de arrependimento). Após o prazo de 7 dias, em caso de cancelamento há reembolso proporcional às etapas ainda não iniciadas, desde que solicitado até 30 dias antes do início da prática presencial; após esse marco, é possível remarcar a vaga para a turma seguinte uma única vez, sem reembolso do valor já executado. Solicitações devem ser feitas por escrito pelo WhatsApp. Dados pessoais são usados apenas para matrícula, contato pedagógico e emissão de certificado, conforme a LGPD.

Aviso de saúde · sem promessa de resultado

Esta é uma formação profissional de caráter educacional para médicos. O conteúdo não substitui formação acadêmica formal, residência ou certificações oficiais de protocolo (ACLS/ATLS). Não há promessa de resultado clínico, de cura, de aprovação ou de desempenho garantido — os resultados dependem do engajamento individual de cada participante. Sem antes/depois, sem garantia de eficácia. O exercício da medicina segue as normas do Conselho Federal de Medicina (CFM). Peça publicada conforme a Resolução CFM nº 1.974/2011, com identificação profissional do responsável.

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